Tenho medo dos abraços.
Prefiro os beijos sinceros.
Os suspiros honestos.
Ao passo, que a a verdade se desmantela nos braços.
No gemido molhado.
Seco.
Sovado.
Gozado na madrugada.
Tenho dó, das paixões que se apagam, rápidas.
Parcas.
Rasas.
E indo embora, ao amanhecer.
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