Faz tempo que não faz frio
Frio de amargar o sapo
De congelar o prato
De deitar no chão
Faz tempo que não faz frio
Frio de dormir abraçado
De puxar o braço
Faz tempo que não deixo mais
De falar bobagens
De acabar com a tarde
De consumir a noite
De deitar no chão
Faz tempo que não faz frio
De congelar o sapo
De amargar o prato
De puxar o braço
De falar bobagens
De deitar no chão
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