Vi a carência de atenção em notas
Cordas que em seus pulsos arrebentavam
e o cão inocente aproximava-se daqueles homens pela noite
Há tão pouco por saber
Uma incoerência que é rida, uma noite a ser esquecida
Uma pequena lanterna e nos arredores adormecem os santos
os psicóticos e os quietos
Os calados, nos calos de suas lembranças sujas
Violões e braços distantes
Musas em noite que finda
Na fumaça que dispersa a mente emerge enquanto dorme
e a areia apaga o que havia sido escrito
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