Roubariam-me, além das vestes se pudessem.
Tirariam-me, até o sangue das veias se tivessem, por certo a chance.
Mudariam as minhas palavras, calariam a minha boca.
Sugariam incessantemente os meus sonhos.
E levariam por fim, minha esperança.
Talhariam minh'alma.
Quebrariam, minha liberdade.
Se me tirassem tudo.
E deixaria de ser, quem eu sou.
Lógico?
Não!
Sou quem sou, por força divina.
Por instinto, por genética.
Sou quem eu sou, por quem me rodeia.
Não somos nós, nada.
Se não, espelhos para nós mesmos.
Não somos um.
Somos um todo.
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