Sentado, pareci sábio.
Cruzei a perna sobre a outra.
A língua sobre os dentes, o céu da boca.
A garganta possuída.
Das bravatas coloridas.
Com confete e serpentina.
E o não sambar.
Sambar pra quê?
Se tenho dois pés esquerdos.
Se quando sambo, tenho medo de tropeçar.
É final.
À margem.
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