O primeiro empurrão, de outras tantas contrações, foi um soluço.
E tudo era dor em si.
A dor crescente, e o suor nas paredes marcadas e portas decoradas de seu corpo.
As janelas entre abertas.
Circulares portais que levam ao âmago.
Olhos.
À vislumbrar o corredor por uma fresta.
Da meia luz, da porta entre aberta.
E a enfermeira escutando "Born To Be Wild", do Steppenwolf.
Do bom e velho rock n' roll.
Do papai.
Da mamãe.
"Rock n' roll, baby!"
Segundo empurrão.
"Born To Be Wild!"
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