Chego às vezes achar, que eu estou sempre me despedindo.
Há sempre uma névoa melancólica sobre os meus pés.
E meu queixo angulando quase que perfeitamente com o meu nariz.
Nos graus da física, assim como os graus das bebidas.
E das saídas que me são fáceis.
Da embriaguês existencialista que me joga sobre as paredes.
Mesmo sóbrio.
Estou bêbado.
Embriagado por uma vida fútil. E profunda.
Escura como às lagrimas dos demônios.
Acenando, timidamente para os que estão por aqui, ainda.
Calado.
Apenas observando às suas crises.
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