Meu mundo é a impressão que tens de mim.
Eu sem você, não existo.
Ao passo, que você sem mim, não é ninguém.
O que eu faço.
Você fica sabendo.
E está feito.
E todo o resto é fragmento.
Eu acordo lento.
Com medo da realidade vista por mim.
Quando me olhas.
Não sou tão feio assim.
A barba à ser ajeitada.
Amputada, navalhada.
E a preguiça atrás da porta.
Pode ser, que não volte.
Pode ser, que eu a expulse.
E depois tenha por ela repulsa.
E a expurgue, da minha vida.
Como outra que me olhava.
Acordo às dez.
Você já bem cedo.
Eu olho para o lado.
Não vejo ninguém.
Fecho então os olhos rapidamente.
E você está lá.
Que alívio!
Saber, que pelo menos um de nós está bem.
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