Nada há mais a ser dito. Apenas espera.
Não há conselho, nem experiência a ser contada.
E eu tento melhorar meu vocábulo, mas acho os palavrões tão charmosos.
A grosseria irônica é do que eu mais gosto.
Pessoas nascem, crescem, sedam-se, consomem, se reproduzem, espiam-se, lamentam-se, suplicam e morrem.
Ainda acho menos antipático, o meu egoísmo volátil, ao consumismo estúpido e a necessidade de ser aceito
desenfreada e criadora de adeptos, cada vez mais artificiais.
ÚLTIMAS PROFECIAS, PARA OS ANOS VINDOUROS:
O mundo irá curvar-se ao comunismo e ao pretenso socialismo(o mundo capitalista, este mundo).
O príncipe torna-se-a rei(aonde o inglês é melhor pronunciado).
A igreja cairá, e então surgirá uma nova religião(como se precisássemos).
Para mim parece óbvio, para outros paranoia, pode ser deboche, talvez.
Hoje em particular, saio do laço que aperta o meu pescoço e canto em dialeto próprio:
"Where Did You Sleep Last Night" do Nirvana.
Lambo às feridas e procuro da forma mais pedante por atenção.
Superficial como um arranhão, comungamos.
Buscando por algum sentido.
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