Talvez não houvesse, realmente, uma necessidade do texto
Atesto, que depende muito do contesto
Aplicado
Mesmo agora, no presente
Já esquecido o ausente
Torne, de vez a passado
Como um homem esforçado, que vez ou outra
Perde um, ou dois trocados
Por um bocado de sua referenda atenção
Traço este bilhete
Embora, não o aceite
Ou o veja, com certo deleite
Já, agora, com os nervos em dia
A quem passe pelo Sr.
E mesmo hoje,
receba um: "Bom dia!"
Voltando às linhas que traço
Pretendo não lhe causar, grande embaraço
Como já disse, lá no começo
Depende muito do contesto
Preciso espremer,
feito espinha
Antes que torne a tubérculo
Brinco com as palavras,
troco o sentido
Leia apenas, eu observo
Estranho o seu sentimento
Toda agonia que elimina
Ganha prosa brusca
Complementada com vagina
É quase infantil
o seu desespero em abandono
Sua busca de atenção
Agora escrita, em forma imperativa
Lembra-me uma senhora, de poesia barata
A qual, muito me aborrece
Com as suas leis explicativas
Tardiamente percebo, que ganha herdeiros
E o nome, da referida jornalista
Por ventura, oculta
Rima, perfeitamente, com "dinheiros"
Estranho, que com a minha pessoa se indigne
Por conta, dos erros dos outros
Para que não haja, dívida entre nós
Cá está, o seu troco
Talvez, afastar-se, faça-se, fácil
E eu, de pronto, concordo
Mas não se preocupe
Dos seus segredos, pouco recordo
Só escrevi isto,
para que lembre
O quanto eu sou astuto
E o tanto,
que o Sr.,
comigo,
foi injusto
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