domingo, 8 de setembro de 2013

"Só Manifesto o Direito de Pensar" (Sannio)

Seca o corpo da chuva lavado
No chuveiro a dúvida
Os olhos secos do vento, fervo
E o povo iludido
Seca abatido a luta que não é sua
Usado qual gado à rua
Nua prece me aquece a alma
Calma doce inócua
Existe bondade na inexistência?
Maldita carência que trás saudade
Açoita a esquerda o seu marxismo
Ajoelha ao calvinismo
A direita fumaça a curva
Genocídio elitista
Militarismo de revista
Terrorismo inventado
O patrão do baseado
Sem cultura, sem passado
O mundo não melhora
Com nova ordem nenhuma
Ledo egoísmo, nem direita, nem comuna
O ser humano tem a sua sina
Os poderosos a cocaína
E o povo tem a cachaça
Conduzido feito massa



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