Quando leio a árdua vida de uma mulher solteira
Me questiono de qual vida se trata
Se não foram às suas próprias escolhas
que a levaram a tal bravata
E na sequencia vem o arrependimento em desalinho
Cheio de afrescos e badulaques, moçoilos de cavanhaques
atletas de destaque, vanguardistas de araque
Não pendura quadros, coleciona molduras
E no meio de tantas tolas aventuras, desatina de frescuras
Acredito na inocência jaz ultrapassada
Mas teria de ter vivido em uma bolha
Para não notar tais escapadas
Ou as desculpas esfarrapadas das horas esperadas
Sem quase definição sexual
Não será uma bela com cheiro de rosas
que lhe tragará ao normal
A efêmera bebedeira de seus caprichos românticos
Desde sempre lhe apontaram mal sinal
Grave curiosidade às fazem casar na mocidade
Maldita ansiedade inquieta
Fazem-nas de lábios abertos à pequenas boca abertas
No gênero:"Mulher sofrida"
Prefiro Clarice
Há tantas mulheres vividas
E antes que me tenham gana homicida
Lembrem-se
Não foi eu, quem bancou a esquecida
Nenhum comentário:
Postar um comentário