Vi sofrer a casta miserável em suas camas esquecidas
O doente sem às drogas em sua América empobrecida
Mais ao sul coroam às covas com às rosas embelecidas
Triste praga se mente irmã, se diz cristã, em discurso:
Sem religião estabelecida
Não...Nós não podemos! Aceitar serenos às bençãos do ladrão
Vermos a fome que não sacia sem lembrar das siglas
de alguma agência de informação vazia
Cria junkie do terrorismo, em seu véu às penas
Escorpião de asas serenas, congresso em máfia
Ameaçados, espionados, em seus cofres um vigário
Sobe a ação, a negação, a submissão, a religião
A espiação, o abandono, o preconceito, o vão
E sobra para nós aceitarmos a exploração
A condição de parentesco desafortunado
Sem protestar, contestar, quietos...
Calados
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