quinta-feira, 28 de novembro de 2013

"Feliz Natal, Charlie Brown!" (Sannio)

Não enxergo limites
Minha simpatia tem o gosto deste café amargo
É preciso adaptar-se para saboreá-la
Ou não desce
Por mais que se sorva ou tente engolir
É inerte, inerente, luxuriosa em mágoa
Sem donos, cem donos
e sem mim, mas nada
Sobre o tempo: Chagas
Tão lembrado, vivido, gasto
Nos lábios de seus ponteiros
ainda sou casto
Core, corre, nas meias rastros
Nas mão tremores,
no fígado amores
que sem um corpo doem
Desfalecem, adormecem
Reencarnam
Moem 

http://www.youtube.com/watch?v=uGmV9BYiVLQ



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