Beija a minha carne
que te espera desnuda
Afaga o meu rosto
Aperto a tua nuca
Chupa os meus dedos
Me acolhe nos teus seios
que eu te entrego o meu freio
Nos teus casos mais sérios
os meus são só mistéios
O incenso na varanda
tuas fitas de aruanda
E o corpo que comanda
que consome
Sou teu homem
Sem um nome
E tu és
minha mulher
Que lindo, Sannio! E olha que não sou de dizer isso para escritos assim, já que mantenho um ar de dura rs.
ResponderExcluirBeijos