sexta-feira, 16 de agosto de 2013

"Candeeiro" (Sannio)

Quando o anjo se aproxima, eu sinto a dor desaparecer
Oh Dom, que fazes tu das tuas virtudes?
Por certo, não quer que mudes
Permaneces na ignorância
Teu pensameto que estraçalha as barreiras do som
Vem cá ter alento em tua vaidade
Senhor, veste a tua roupa, a de linho
Teu trajar em desalinho, não combina com teu prisma
Cisma que te condenam
Ao contrário te erguem
Perde-se tu no próprio gênio
Tua voz que com a minha se confunde
Não quer de todo que eu mude
Pois assim não me terias contigo!
Ledo engano pobre menino
O que mais quero
É que pares de esmorecer
Como posso eu a vencer o tempo?
Nem mais uma contradição!
Busca no teu irmão
Felicidade para a tua alma
Basta de partidas
Segue as portas por ti não escolhidas
E minha vida?
Começa agora!

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