Paredes estreitas demais, "tal rabo de xina". E em meu embargo, já não consigo respirar
Meus sonhos são punhais que cortam a minha realidade caótica, estoica, apostólica, paranoica
Eu já não sinto frio, nem dor, nem mesmo sono ou calor
Meu coração não sangra, ele é incapaz de sentir
E a carne que cai em filetes ao solo, é comida pelos porcos da minha própria ignorância
O relógio derrete na parede, feito sorvete de baunilha
A sereia lambe os meus mamilos, desce em lábios, ronrona escarro
Travo o gozo, que nojo
O esperma na perna, na musa, na terna
Te abraço, tal laço
"Fique!"
"Não posso"
Choro, arroto, troco, troço
Me mata, mas antes deita aqui comigo
Finge que eu sou teu amigo
E por misericórdia, me sufoca se eu tentar acordar
Intenso
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